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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Let's go exploring: Orlando!

Não sei o que foi mais intenso: a tristeza de deixar Miami sem conhecer tudo ou a felicidade de botar o pé na estrada e conhecer Orlando -onde minha irmã mora.

Um vídeo publicado por Angie 👽 (@angieaaca) on

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Mesmo completamente apaixonada pelos filmes da Disney, tendo Rei Leão como meu filme favorito até hoje, eu nunca tive o sonho de conhecer pessoalmente, inclusive voltei a ser criança fazendo birra para não ir e ficar passeando pela cidade (não tem muito o que conhecer mas vocês já devem ter percebido meu espírito de me enfiar em qualquer "buraco"). Que tolice a minha, eu chorei de tanto gargalhar no primeiro lugar que entrei em Magic Kingdom e não vale caçoar quando eu disser que foi em uma apresentação/palestra do Mushu, aquele dragãozinho da Mulan, sobre o processo de criação do filme. Quem chorou também foi meu pai quando assistiu a do Tarzan -seu filme favorito da Disney-, realmente voltamos a ser crianças naquele lugar, a ponto de andar no ritmo da trilha sonora (cada "bairro" de cenário" tem uma música tema tocando, para simular o próprio filme), e eu não acreditava. Teve chororô de verdade quando começou o espetáculo do castelo da Cinderela, me segurei até a parte do Rei Leão e comecei a soluçar. Culpada! 



Minha irmã trabalha como gerente no Sea World, então tivemos ingressos gratuitos mas não me emocionou tanto como Epcot e Magic Kingdom, fora o mini ataque cardíaco (sério) quando me forçaram a ver a tal da Shamu (quem lembrar daquela musiquinha de um dos primeiros níveis do CCAA "Let's go to Sea World, Sea World, Sea World, to see the show, to see Shamu, to see the animals that love you, that love youuuuu" vai comigo com tudo pago na próxima, não vale mentir!). Para quem não sabe, além de fobia de gatos, morro de agonia ao ver uma baleia orca. 

Uma foto publicada por Angie 👽 (@angieaaca) on

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O Disney's Boardwalk é um "bairro" da Disney, cercado por um lago que conecta todos os parques, o próprio Boardwalk tem atrações noturnas, lojas, restaurantes, e hotéis (de luxo), para conhecer todo o Walt Disney Resort é preciso mais de uma semana, só mesmo esta imagem para tentar entender:


A travessia que é uma delícia, principalmente no finalzinho do dia.






Durante o dia todo, aviões formam essas palavras que podem ser vistas de todo o resort. Eles pensam em tudo!





Usamos os serviços da Bancorbrás para a hospedagem, pagamos uma taxa em torno de R$100,00 mensalmente para reservas em hotéis do mundo todo, vejam mais detalhes no site deles!

Vista do nosso quarto
Vista do nosso quarto
No último dia da viagem, meu irmão me levou para explorar a estrada Orlando-Miami, só fiquei imaginando quantos ensaios fotográficos maravilhosos dava pra fazer com aqueles cenários... Uma delícia!

Então é isso! Espero que estejam gostando do blog, sugestões de posts são extremamente bem vindas e estou à disposição para qualquer pergunta. Um abraço, blessed be.
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Vocês viram que o blog parceiro do The Daughter of Hecate, Estilos Alheios, voltou com tudo?! Tem post novo, leiam lá!

Happy Holi em Curitiba! (+ Novidade no blog)

Quem aí já ouviu falar nesse festival? Vocês sabiam que o conceito inicial do festival Holi não é só música, cores e dança? Na Índia, o Holi é como um sabbat, celebram a chegada da primavera! Chegou sincronizadinho aqui no Brasil, adaptado para a nossa cultura ocidental com música eletrônica, o Happy Holi tem a mesma energia positiva dos festivais da Europa.

 

 Tive o enorme prazer de fazer parte da primeira edição aqui em Curitiba, e que venha 2015! Para quem não foi, recomendo demais, eu não estava muito confiante sobre o evento, por ser no Museu Oscar Niemeyer, fiquei me perguntando onde enfiariam duas mil pessoas naquele lugar minúsculo, mas conseguiram! Mesmo assim espero que na próxima, façam na Pedreira, muito mais espaço... Preparei algumas dicas para o próximo Happy Holi, para curtirem muito mais o festival:

1- Chegue cedo!
Além de enfrentar uma fila enorme, ficar em pé por muito tempo já esgota um pouco de energia que é bom guardar para gastar lá dentro. Pelo menos aqui em Curitiba, bebidas e comidas do evento eram muito mais caras que as barraquinhas que tinham do lado de fora, para quem esperava entrar, valeu muito mais a pena consumir antes de entrar (lembrando que não pode entrar com nenhuma bebida ou comida, nem água).

2- Conheça o espaço
Outro lado bom de chegar cedinho é ter mais tempo para conhecer o espaço e marcar algum ponto de encontro com os amigos, fica muito mais tranquilo curtir o resto do festival sem se preocupar com quem se perdeu ou onde fica as tendas de comida e bebida.

3- Leve dinheiro
Cada água é R$5,00, assim como o pacotinho de tinta extra (você recebe dois na entrada), sem falar na comida e SIM, TEM SMOOTHIE (R$7,00)! Cada amigo meu gastou até R$100,00 no evento, pra não passar aperto lá dentro, é melhor sobrar do que faltar.

4- Prepare um kit básico de "sobrevivência"
Bolsa pesada de jeito nenhum, mas é bom levar algumas coisas como demaquilante para os olhos e algodão, caso tenha irritação (raros casos, viu, a tinta é feita de amido de milho e corante natural, não traz nenhum dano à saúde), saquinho protetor para o celular (vi algumas mulheres usando e me arrependi de não ter comprado, cada centímetro de zíper que abria na minha bolsa, sujava tudo), prendedor de cabelo, bombinha (caso tenha asma) e os remédios que precisa tomar ao longo do dia.

5- Proteja sua câmera
Se quer fotografar o evento, recomendo uma Go Pro, se não tiver, não esqueça de enrolar sua câmera em um saco plástico ou papel filme.

6- Esqueça a estética
No início da festa, todo mundo tenta parecer o mais legal possível com as cores, mas quando chega em um determinado momento, tudo se mistura e ninguém mais liga pra quem está mais enfeitado. O mais legal da festa é simplesmente se libertar, dançar que nem idiota, gritar, jogar tinta nos amigos e fazer novas amizades.

7- Esteja confortável
É claro que o mais legal da festa é estar de branco, porém não adianta se comprar roupas bonitas pra ficar toda arrumada (é claro que vale para os homens, só que as mulheres se preocupam mais com isso). Ir de shorts curto, tirar a blusa e ficar só de top, ir de vestido longo ou calça jeans e regata, desde que esteja confortável, tá valendo.

8- Tenha em mente como sairá do evento
Todo Happy Holi acaba às 22:00 e se não for impossível, é muito difícil um taxi pegar corrida com você imundo de tinta, por mais que saia fácil com água e sabão, combine uma carona, pois se beber, NÃO DIRIJA!

9- Se sair, não entra mais
Então garanta que tudo que precisa ao longo do dia está com você.

10- Divirta-se!
Tem gente que leva fita olímpica, bambolê, faz batalha de rap ou de dança e repito: Esteja confortável e se liberte!

Alicia De Paula
 O evento é todo fechado, tem enfermaria, o corpo de bombeiros está sempre circulando, viaturas da polícia sempre ao redor e as barraquinhas só aceitam fichinhas daquilo que você vai realmente pegar, ou seja, se pagou R$5,00 reais por uma água mas te deram ficha de tinta, tem que voltar para trocar pois só aceitam se for de água mesmo. Não tenho o que reclamar da organização.

Alicia De Paula

 Eu vou na próxima, com certeza, espero ver todos vocês lá (principalmente as bonitas que me reconheceram e pediram pra dançar comigo rs). Um beijo!

Uma foto publicada por Angie 👽 (@angieaaca) em
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 Agora no blog, lá do finalzinho do lado esquerdo, tem uma agenda mensal de datas comemorativas esotéricas, hoje a cor do dia é dourado e a erva é camomila, viva Poseidon!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Let's go exploring: Miami!

 Já contei para vocês que no verão passado fui para 10 lugares? Então, Miami foi um deles. Fiquei tão encantada com a cidade que até esqueci de fotografar detalhes. Depois de cinco horas esperando o voo em Manaus (ô calor da peste!), finalmente embarcamos. Depois de três filmes assistidos, finalmente chegamos. "Chegamos", pois dessa vez fui com meu pai, afinal, era o sonho dele reencontrar os filhos após mais de 20 anos sem contato. Sim, tenho dois irmãos -Paula e Leonardo- do primeiro casamento do meu pai (abrindo um parênteses para dizer que minha irmã tem a idade da minha mãe, pois é), foram morar no Tio Sam ainda bebês e possuem cidadania americana. É quase óbvio que essa viagem estava planejada há anos, não é? Economizamos milhas, fizemos uma poupança de dólar e reservamos três dias em Orlando em um hotel da rede Bancorbrás de turismo, é essa a empresa que assino para reservas "gratuitas" (bem entre aspas) quando viajo, inclusive já tenho meu cantinho em Fortaleza nos dias 8 a 15 de janeiro.


Uma foto publicada por Angie 👽 (@angieaaca) on

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Aproveitamos Miami, onde meu irmão mora, nos primeiros quatro dias. Eu acordava com aquela vontade imensa de só ficar passeando pelo Cononut Grove, me sentindo uma Lolita, em um filme da Sofia Coppola, meio em um videoclipe da Del Rey ou coisa do tipo (principalmente porque a lista de reprodução da Lana combinava demais com o cenário).

Mas quando fomos explorar Downtown, meu corpo inteiro se arrepiou e entrou Charli, Sky, Marina, Lorde e outras ninfas na minha lista de reprodução, eu fiquei anestesiada!

Miami - LGE - Downtown by Angie AACA on Grooveshark

Downtown 



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Não sei se é porque eu me encanto por qualquer lugar que vou mas fiquei apaixonada, literalmente, Miami é feita de três das minhas cores favoritas: Cinza, verde e azul. Tem três das minhas características arquitetônicas favoritas: formas minimalistas, vidros espelhados e palmeiras.

Início de Miami Beach

Quando fomos conhecer Wynwood Wall, virei modelo do meu irmão, encontrei alguns grafites da brasileira Nina Pandolfo, abracei uma árvore e disse que não sairia mais de lá. Me lembrou bastante um bairro daqui de Curitiba, o São Francisco, só que podíamos andar com o celular nas mãos sem sermos assaltados.

Brincando de modelo pela primeira vez em 2014, acabei o ano sendo de verdade haha


Essa modelo que estou fotografando é a Tina, "filha" do meu irmão.



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E quanto às pessoas esquisitas? A mistura de estilos... Sim, a diversidade cultural é enorme. Em Miami Beach, por exemplo, quando eu olhei para a esquerda tinha um grupo de skatistas, para trás, umas meninas com cara de Bling Ring (o esterco da Coppola, na minha opinião), enquanto à minha direita tinha uns casais "underground" e se eu caminhasse um pouco mais encontraria esportistas, famosos, góticos, diversos estilos caminhando tranquilamente, ninguém encarava ninguém dos pés à cabeça por serem "diferentes" como acontece MUITO no Brasil (que contraditório, não?). Ainda bem, pois eu, jurando que choveria e não sabendo que iríamos para a praia, saí de preto dos pés à cabeça e quase desmaiei com o sol escaldante. Eu na rua era a menos esquisita, pelo menos, isso não acontecia há anos (risos).


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No dia seguinte, voltamos para Miami Beach à procura de caranguejo. É, caranguejo... Brasileiro é brasileiro até na China, afinal! Sem sucesso, nos contentamos com um final de tarde andando de bicicleta na orla. Em algumas cidades do Brasil temos o sistema de "aluguel" dessas magrelas gostosas mas é bem diferente do que funciona em Miami (tieto mesmo, e se duvidar tieto duas vezes mais). Agora quero que imaginem a seguinte cena, enquanto escutam a lista de reprodução abaixo: Andar de bicicleta na orla de Miami Beach durante o pôr do sol, até a lua cheia dar as caras, maresia gelada e cheirinho de terra molhada, foi essa a sensação de alegria e paz que senti naquela noite. E fechar o dia com Häagen-Dazs com tudo que tenho direito, ainda por cima de graça (o amigo do meu irmão é dono da franquia de MB). Meu querido Leonardo ainda não me mandou as fotos desse dia, quando eu receber, atualizo o post e aviso aqui.

Pausa para uma pizza em plena luz do dia, quem dera ter isso em Curitiba
No fim das contas, quase fiquei de vez. Me dei tão bem com meus irmãos que o Leo arrumou até um estágio e moradia pra mim, mas uma mudança tão drástica assim requer planejamento, não podia simplesmente largar tudo que conquistei em Curitiba por uma extensão do verão, ainda tenho muito o que fazer no Brasil. Mesmo assim resolvi levar as expectativas a diante e dizer para todos que eu ficaria por mais um ano. Acreditaram! No dia que voltei, pedi para minha amiga Lica subir ao meu apartamento para alimentar minha cadelinha enquanto meu pai não voltasse de viagem, quando ela chegou na portaria, eu a recebi com uma rosa e muita saudade.


Eu volto, Miami, e dessa vez com mais dinheiro, mais tempo e mais companhia. Até!
Clique aqui para ver todas as fotos de Miami

sábado, 1 de novembro de 2014

Let's go exploring! (com Charles Vieira)

 Na última vez que fui a Brasilia, conheci o Charles Vieira. O seguia no Instagram e já acompanhava seu trabalho há algum tempo, além de gentil e engraçado, é um ótimo companheiro para explorar (o que é claramente evidente só pelas suas fotos). Fizemos alguns ensaios durante os dias que fiquei por lá, nos enfiamos no meio de um bosque úmido no Lago Norte, passamos uma tarde no CCBB e encontramos um parque aquático abandonado (meu ensaio favorito, o pôr do sol deu um charme a mais no cenário) no Parque da Cidade.











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Blusa: Emme ☾
Calça: Free People
☽ Bota: Mod Cloth  ☾
☽ Colete de veludo: Brechó ☾
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☽ Todas as roupas são de brechó, com exceção da blusa Hering ☾
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Blessed be!

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Let's explore! - "Bate-volta" para São Paulo

 Quando digo para alguém que gostaria de morar em São Paulo, sempre escuto um "Você é louca!". E quando coloco algo na cabeça, não tem quem tire, sou louca mesmo. Eu gosto do caos, da diversidade cultural e principalmente do pôr do sol paulistano -a cidade fica muito mais exuberante quando os vidros longos dos prédios refletem a luz solar, Curitiba não tem o mesmo brilho.

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Adorando São Paulo, não quero mais sair daqui 😔





O melhor prazer dessa viagem foi conhecer a Melany, essa linda é apaixonante. 


Não sei bem como explicar mas... São Paulo tem "textura", é fotogênica em qualquer momento, e puxo o saco mesmo! Não é minha cidade favorita, fato, mas tem um grande pedaço do meu coração. Em breve voltarei com mais tempo para bajular.

Outra sensação gostosa de São Paulo é sair da capital (risos) para o litoral, a maioria registros dos meus dias em Santos, São Vicente e Praia Grande tenho no Instagram.

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O pôr do sol de Meia Praia ❤️




Nessas viagens, tive um pouco de sorte e cara de pau, entrei de gaiato no ônibus de São Paulo para Praia Grande com um bilhete de viagem antigo dizendo que meu ônibus já tinha saído e eu estava atrasada, de lá me virei com carona de tios e amigos de familiares (tenho uns primos espalhados por aí haha), hospedagem também. Ou seja, quatro destinos por 50 reais, fora alimentação (e com "alimentação", quero dizer açaí).


Para viajar não é preciso deixar os pequenos prazeres e economizar durante um ano, não é preciso a cobertura do melhor hotel, muito menos passagem de avião o tempo todo. Minha dica é pegar o dinheiro de todas essas mordomias e se mimar durante a viagem (aprendi na marra ao chegar na Rua Augusta e descobrir que eu só tinha moedinhas pro metro), além de economizar milhas de passagens aéreas para destinos mais distantes.

Explore!

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